quinta-feira, dezembro 13, 2007


Cabeça e Ombros

De volta!!! Após uma longa paragem a questionar o que realmente é importante, decidi, para infortúnio de muitos voltar com uma Grande Questão!! Se será um verdadeiro regresso isso não posso prometer! Nem pra me questionar tenho tempo! Outras novidades do blog é que ele vai estar em votação nos prémios SuperBlog Awards da Super Bock. É bom que votem ou nem sabem o que vos acontece...ou seja nada! Bem para regresso decidi colocar uma questão bem pertinente, que já há muitos anos toda a comunidade que normalmente lava a cabeça tem tentado colocar, mas que forças exteriores não o permite fazer. Eu corajoso como sempre fui e sem censura que me consiga calar, venho aqui a lançar a discussão: há uma marca de shampoos e repito shampoos cujo o nome em português é Cabeça e Ombros! Conhecem? A parte da Cabeça ainda percebo... é um shampoo e se não me engano esse produto para além de ser um óptimo tempero em certos pratos e servir para envenenar baratas mutantes extraterrestres, é essencialmente usado para lavar a cabeça. Agora os Ombros? Essa parte do corpo já não está sob domínio do Gel de Banho? É que assim sendo coloca graves problemas de limitação das fronteiras, ou seja, até onde é que se lava com shampoo e até onde se lava com Gel de Banho. Apesar que nos casos de cabelos compridos o shampoo sirva indirectamente para lavar os ombros, mas não creio que lhe dê direitos de controlo sobre essa área. Fica aqui esta questão politica. cumprimentos

sábado, fevereiro 24, 2007


A Marcha

Mais uma vez venho pedir desculpa por continuar a não escrever tão frequentemente quanto o desejado, mas nos últimos tempos fiquei comprometido com problemas informáticos. Agora com pc novo e que me permite ter (e reparem no trocadilho) uma nova VISTA sobre os assuntos, vou tentar recuperar o tempo perdido e correr atrás do prejuízo. E por falar em correr, alguém sabe como é que surgiu a modalidade da Marcha no atletismo? Por acaso nunca conheci nenhum atleta dessa modalidade, mas todos a gente que eu conheço acha isso muito (no mínimo) estúpido. Quem é que foi se lembrar de inventar aquela forma de correr? É que, é de mim ou parecem que estão todos apertados para ir à casa de banho? É a única explicação para a criação daquela modalidade que eu consigo me lembrar e como devem saber, a grande maioria das modalidades de atletismo vêm de antigos hábitos ou necessidades correntes, como por exemplo a caça. Agora quanto à marcha, teoricamente deve ter surgido relacionado com a marcha militar ou do género, mas a única explicação que me parece mais plausivel é que ela surgiu quando um grupo de amigos estavam por coincidência todos apertados para ir à casinha e então um lá se lembrou e desafiou os outros para ver quem chegava lá primeiro...e nasceu a Marcha! Terá sido assim?cumprimentos

quinta-feira, fevereiro 01, 2007


'Tá tudo?
Mais uma vez venho pedir desculpa pela falta de questões ultimamente. Altura de exames e isso não perdoa. Por isso, devido a estes constantes atrasos e à consequente perda de ritmo a questionar o que realmente interessa, decidi tentar escrever uma nova Grande Questão todas as quintas-feiras. Porquê a quinta-feira? Porque um estudo feito na universidade de North Carolina nos Estados Unidos provou que o dia em que as pessoas se questionam mais é às quintas-feiras, ou como eles lhes chamam thursdays. E vocês perguntam: "Estás a falar a sério?" E eu respondo: "Claro que não, simplesmente apetece-me que seja às quintas!" O que hoje vos trago é mais um dos comportamentos bizarros do ser humano. A quem nunca aconteceu cumprimentar uma pessoa e perguntar: "Então, tudo bem?" e essa pessoa responder: "'Tá tudo?" Ou seja, com outra pergunta, sem sequer responder à primeira. Isso ainda se torna mais frequente quando se trata de pessoas com pouca confiança. Agora não me venham dizer que convosco nunca aconteceu...olhem que vos apanho! A solução é simples meus amigos, se não forem vocês a fazer primeiro a pergunta, respondam simplesmente: "Sim, está tudo bem" ou "Eh, mais ou menos!" ou então "Assim, assim...'tá fraquinho!", dependendo do estado de espírito. Se não tiverem curiosidade em saber como se encontra a pessoa que acabaram de cumprimentar, sigam simplesmente o caminho que estavam a fazer. Agora fazerem os dois a mesma pergunta e nenhum dos dois levar resposta, desculpem-me que vos diga mas não é muito produtivo. Mas é só a minha opinião...cumprimentos

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Mensagem do autor
Faz no próximo dia 28 de Janeiro um ano que, para muitos infelizmente, foi lançada a 1ª Grande Questão intitulada "Os Nomes dos Rios", na altura no meu msn space e depois passada para este blog aquando da sua criação. Eu podia dar a ideia de se fazer um jantar entre todos os leitores para comemorar, mas depois cheguei à conclusão que fazer um jantar sozinho seria um pouco degradante. Mas queria então agradecer a todos os que visitaram, leram e comentaram as Grandes Questões durante este primeiro ano e espero que o continuem a fazer e a dar ideias. Uma palavra especial para o meu amigo Albano Ribeiro que criou o logo das Grandes Questões e que é a imagem de marca do blog. Um muito obrigado a todos. cumprimentos

domingo, janeiro 14, 2007


Década de...?
Uma pequena perguntinha inocente, que não sei a resposta e que até agora ninguém me soube responder também, apesar de eu acreditar que até possa ser fácil. O que eu quero saber é: como se chama esta década que agora estamos? Ou seja, normalmente quando queremos referir-nos a uma certa década dizemos: na década de 90, década de 80 ou então os anos 90, os anos 80, por aí fora... Mas em relação a esta década como dizemos? O que me parece mais provavel é "a primeira década do século x", mas não há maneira de dizer os anos x ou a década de x...Pois lá está, não faço a mínima. Eu gostava de expandir um pouco mais e de divagar, mas ou sou eu que não estou inspirado ou então não é um assunto que dê muito para divagar. E não sei se estão a reparar, enquanto estou a escrever estas frases estou a encher chouriços e fazer com que o texto pareça maior e ao mesmo tempo ir ocupando o vosso tempo sem estar a dizer verdadeiramente nada, mas de qualquer forma, se alguém souber que deixe o seu comentário. cumprimentos

sábado, janeiro 06, 2007


Os computadores perfeitos!

Antes de mais, quero desejar a todos mais um Grande Ano e claro que continuem a questionar muito, pois sem questões para resolver o mundo pára! Depois de um interrégono, com um texto que não era uma Grande Questão, mas que achei que merecia ser publicado neste blog, começo o ano de volta ao grande cinema americano e desta vez para falar de informática. Por exemplo. já repararam que enquanto que a maioria das pessoas normalmente têm que esperar (por vezes uma eternidade) para que o computador inicie, nos filmes o iniciar é automático e fica ligado logo que se carrega no ON. Para não falar daquelas situações em que as personagens carregam no botão do monitor como se estivesse a ligar o PC e ele claro que liga ou então metem uma disquete ou cd e o computador mais uma vez liga-se por artes mágicas. O mesmo acontece muitas vezes com os videos, quando os actores metem uma cassete no vídeo e a televisão também liga automaticamente. Outro pormenor estranho na informática cinematográfica, são os sistemas operativos! Toda a gente sabe que o sistema mais utilizado é o Windows e depois temos ainda o Mackintosh e o Linux, mas nos filmes nunca aparece nenhum desses! Em vez disso aparece um écran preto com algumas letra, à semelhança do antigo MS-DOS, onde o actor escreve o que quer procurar ou o que precisa e já está ou então quando tem um sistema gráfico, esse nunca é semelhante a nenhum dos que enunciei atrás e basicamente tem as funções que a personagem vai precisar. Pode ser por questões de publicidade, não sei, mas certamente era uma coisa fácil de corrigir e que aumentava um pouco mais o realismo, não sei...cumprimentos

segunda-feira, dezembro 11, 2006


A História nunca contada de D. Afonso Henriques
Nascido a 25 de Julho do ano de 1109, D. Afonso I, mais conhecido por D. Afonso Henriques (esparrinhador para os amigos), ficou para a história como um dos homens mais importantes deste país à beira mar plantado. A sua obra mais conhecida, ou seja, a fundação de Portugal, ainda hoje é criticada por muitos e aclamada por outros, mas apesar disso, D. Afonso viria a tornar-se num homem importante em várias facetas até hoje desconhecidas e que aqui iremos divulgar. Um trabalho de pesquisa único em Portugal e que mostra o homem por detrás da lenda.
Desde pequeno, que D. Afonso (na altura Afonsinho) começou a ter os seus problemas familiares, nomeadamente com a sua mãe, como todos sabemos. Isto porque D. Teresa de Leão, sua mãe o obrigava todos os dias a comer sopa de feijão e não o deixava apartar as ervilhas para o lado. Para além disso, Afonsinho também detestava usar as cotas de malha feitas pela sua mãe que continham sempre motivos como borboletas, cãezinhos e especialmente a de Natal que tinha um veado.
Com a entrada para a escola, a vida de Afonso não se tornou mais fácil, muito por culpa de ser alvo constante do gozo dos colegas devido à sua maneira de vestir, nomeadamente a parte do elmo com aquela parte a tapar o nariz. Aquela habitual maldade inocente das crianças, fê-lo ganhar alcunhas tais como "Mongo Metálico", "o Pencas", entre outras. Com isto, é fácil adivinhar que a infância de D. Afonso não tenha sido das mais felizes e isso ainda hoje se reflecte no país por ele criado.
É com a chegada da adolescência que a vida social de D. Afonso começa a melhorar, nomeadamente na escola, por muito contraditório que isto possa parecer. A habitual roupa de cavaleiro de Afonso, outrora gozada por todos, torna-se no ponto forte do seu charme e carisma, principalmente entre as raparigas e D. José Cláudio de Castela e Branco, pois a partir dessa altura começam a ser frequentes as aproximações por parte destas em relação a Afonso através de piropos como: "Uau! Que espada grande! Não queres tirar?", "Gostava de ver a tua agilidade com essa espada!" ou até mesmo "Deixas-me brincar com a tua espada?", mas no fim acabaria por ser D. Mafalda de Sabóia o principal alvo da arma de Afonso Henriques, apesar das insistentes investidas de D. Josefina Rapozo.
É também nesta altura que D. Afonso começa a assistir frequentemente às partidas da sua equipa de coração, o Victórya, no antigo estádio Viriato, que actualmente tem o seu nome e é utilizado para jogos de futebol. Na altura, o Victórya disputava a 1ª Divisão de Jogos de Cavaleiros e a equipa vivia o seu auge. Os cavaleiros mostravam a sua agressividade em campo, batendo todos os adversários que se punham no caminho e era treinada por D. Teotónio Alves Pacheco, que se presume ser antepassado de Jaime Pacheco. Foi baseado no sistema de jogo de D. Teotónio que Afonso viria a basear muitas das suas tácticas de combate que muitas conquistas lhe trouxe. Pouco depois, D. Afonso viria a fundar a claque dos White Cavaliers (actualmente White Angels) e por isso um dos seus cognomes ser "o Fundador". Foi nesta claque que Afonso Henriques viria a mostrar os primeiros sinais de hostilidade em relação aos marroquinos, já que era frequente vê-lo a atirar as cadeiras do estádio à equipa proveniente de Bracara, costume esse que ainda hoje continua.
As relações com a sua mãe continuavam a não ser as melhores, sendo a gota de água o dia em que ela lhe cortou a mesada por ter chegado a casa depois das 2h da manhã. Foi então aí que D. Afonso desafiou as tropas de D. Teresa para um combate de wrestling, que teve lugar no Pavilhão de S. Mamede e junto com o Undertaker, King, Hulk Hogan e Tarzan Taborda venceu o combate, ficando com a coroa. Hoje em dia a coroa foi substituída pelo cinto.
Um dos hobbies menos conhecidos a que D. Afonso Henriques se dedicava nos anos de paz, era o estilismo. Talvez por vingança às roupas que a mãe o obrigava a vestir enquanto mais novo (como já foi referido anteriormente), criou a sua própria marca de roupa que ainda hoje existe, chamada "De Puta Madre". Com uma linha centrada essencialmente nas cotas de malha, D. Afonso lançou também uma linha de colants, produto esse que viria a ganhar maior importância alguns séculos depois, com Robin Wood a sua principal figura.
Grande apreciador de música e um grande visionário, durante o seu reinado há relatos de que foi o primeiro a patrocinar concertos de José Cid, Xutos e Pontapés, que na altura estavam no ínicio da sua carreira e foi o primeiro a trazer os Rolling Stones a Portugal, no famoso concerto no Estádio Viriato. As festas sociais na sua corte eram sempre muito concorridas pelo Jet 7 de Portugal e de Leão e Castela. Entre as presenças habituais contam-se Lily Caneças e Bety Grafstein, entre outras.
Personalidade multifacetada, D. Afonso I deixou o seu nome marcado na história. Adorado pelos espanhóis, já que lhes tirou o fardo que seria este cantinho da Península Ibérica e odiado pelos mouros, o nome de Afonso Henriques estará para sempre ligado a Portugal, Guimarães e à festa do pinheiro.

Escrito por: Tiago Abreu
Ideia original por: Telmo Oliveira e Tiago Abreu

sábado, dezembro 09, 2006


Mães e piqueniques!

Certamente muitos de vocês também terão recordações das "viagens de estudo" que tinham quando andavam na primária e/ou no ciclo. Mas das coisas que mais me lembro desses dias é das famosas lancheiras que cada um levava. Cada miúdo nesse dia normalmente leva comida que chegue para quase todos os seus colegas e no entanto cada dose é supostamente individual. Se por exemplo um miúdo em casa come normalmente meia dúzia de rissóis (e a mãe sabe bem disso) e já fica bem, é quase certo que num passeio da escola ele leve no mínimo 10 rissóis...mais 5 panados, 6 croquetes, 6 bolinhos de bacalhau, 12 pães, batatas fritas e queijo e fiambre! E isto se fôr só um dia de passeio! É claro que estou a exagerar nos números...para baixo naturalmente, mas em média é isto que acontece e depois é ver a canalha quase toda a voltar com o saco quase igual. Claro que quando chegam a casa a mãe estupefacta vai perguntar "Então! Não comeste nada?!?!" e o míudo com aquele ar de queridinho, meio indignado, meio assustado (viram o Madagáscar?) responde: "Mas...mas eu comi!!!" cumprimentos

terça-feira, novembro 28, 2006


A música!
Olá a todos. Por razões de ordem (e vejam como isto soa a importante) profissional estive indisponível para escrever Grandes Questões dos nossos tempos e que assolam toda a nossa sociedade. A todos os leitores assíduos deste blog, ou seja, eu, as mais sinceras desculpas pela demorada espera. Hoje e após todo este retiro, decidi puxar a brasa à minha sardinha e falar acerca da vantagem da música em relação a outras artes e entretenimento. Por exemplo, em casos normais uma pessoa vê um filme 2 ou 3 vezes e depois esse perde grande parte do interesse, a partir daí só em momentos pontuais é que o vê-mos novamente, certo? Também normalmente lê-mos um livro 1 ou 2 vezes, se gostarmos muito talvez 3 e 4 e também só em casos excepcionais é que o lê-mos mais vezes, certo? Uma piada rimos à primeira, quando muito à segunda mas depois disso já não tem mais piada... Agora a música não, reparem nós ouvimos um cd que gostamos 1, 2, 3, 4, 5 vezes, durante dias, meses, mesmo depois de termos comprado outro ou de já termos "cansado" deste, de vez enquando lá o vamos buscando e quando são músicas que gostamos mesmo nunca deixamos de gostar ou cansamos de ouvir. Agora isto claro que se aplica nos casos de música de boa qualidade (e reparem que eu estou a falar em qualidade e não em estilo), pois quando a música fica a dever e este aspecto e se trata de "música-pastilha-elástica", apesar de podermos por vezes achar piada inicialmente, rapidamente nos cansamos dela. Apesar disto não percebo o porquê de na cadeira de história da arte que se dá nos secundários, a música não estar incluída e de o iva em relação aos cds e filmes não ser o de cultura (a minha primeira intervenção política no G.Q.), mas mesmo assim uma arte superior sem dúvida... desculpem-me os outros artistas...cumprimentos

sexta-feira, novembro 10, 2006


Sou eu!
Ao longo dos muitos anos que tenho vivido num apartamento fui aprendendo a distinguir só através do intercomunicador, que não tem câmara, diferentes pessoas que curiosamente têm o mesmo nome. Esse nome aliás deve ser o nome mais dado aqui em Portugal dado o número de pessoas que o têm. É por isso que eu acho, e todos aqueles que têm que abrir a porta através de um intercomunicador sem câmara devem concordar comigo, que essas pessoas podiam no mínimo distinguir-se com o seu sobrenome. Ajudava em muito na distinção de quem nos toca à porta, nomeadamente daquelas pessoas que só ocasionalmente aparecem em nossa casa. Não custava nada quando uma pessoa pergunta "Quem é?", nos respondessem "É o Sou-eu Fonseca" ou "Sou-eu Barbosa" ou "Sou-eu da fonte"! É que não foi uma nem duas vezes que me tocam à campainha, eu pergunto quem é, respondem-me só "Sou-eu" e eu pensando que é um Sou-eu abro e quando chegam à porta de casa deparo-me com outro Sou-eu! Espero que todos os Sou-eus não me levem a mal! Não é nada de pessoal contra o vosso nome, é só pela questão de serem mesmo muitos e muitas vezes ter dificuldade em distinguir-vos só pela voz. E depois muitas vezes parecem ficar ofendidos se nós perguntar-mos "Sou-eu quem?"! Uma pessoa não é obrigada a distinguir a voz de todos os Sou-eus através do intercomunicador, certo? Pensem nisso...cumprimentos