sábado, janeiro 06, 2007


Os computadores perfeitos!

Antes de mais, quero desejar a todos mais um Grande Ano e claro que continuem a questionar muito, pois sem questões para resolver o mundo pára! Depois de um interrégono, com um texto que não era uma Grande Questão, mas que achei que merecia ser publicado neste blog, começo o ano de volta ao grande cinema americano e desta vez para falar de informática. Por exemplo. já repararam que enquanto que a maioria das pessoas normalmente têm que esperar (por vezes uma eternidade) para que o computador inicie, nos filmes o iniciar é automático e fica ligado logo que se carrega no ON. Para não falar daquelas situações em que as personagens carregam no botão do monitor como se estivesse a ligar o PC e ele claro que liga ou então metem uma disquete ou cd e o computador mais uma vez liga-se por artes mágicas. O mesmo acontece muitas vezes com os videos, quando os actores metem uma cassete no vídeo e a televisão também liga automaticamente. Outro pormenor estranho na informática cinematográfica, são os sistemas operativos! Toda a gente sabe que o sistema mais utilizado é o Windows e depois temos ainda o Mackintosh e o Linux, mas nos filmes nunca aparece nenhum desses! Em vez disso aparece um écran preto com algumas letra, à semelhança do antigo MS-DOS, onde o actor escreve o que quer procurar ou o que precisa e já está ou então quando tem um sistema gráfico, esse nunca é semelhante a nenhum dos que enunciei atrás e basicamente tem as funções que a personagem vai precisar. Pode ser por questões de publicidade, não sei, mas certamente era uma coisa fácil de corrigir e que aumentava um pouco mais o realismo, não sei...cumprimentos

segunda-feira, dezembro 11, 2006


A História nunca contada de D. Afonso Henriques
Nascido a 25 de Julho do ano de 1109, D. Afonso I, mais conhecido por D. Afonso Henriques (esparrinhador para os amigos), ficou para a história como um dos homens mais importantes deste país à beira mar plantado. A sua obra mais conhecida, ou seja, a fundação de Portugal, ainda hoje é criticada por muitos e aclamada por outros, mas apesar disso, D. Afonso viria a tornar-se num homem importante em várias facetas até hoje desconhecidas e que aqui iremos divulgar. Um trabalho de pesquisa único em Portugal e que mostra o homem por detrás da lenda.
Desde pequeno, que D. Afonso (na altura Afonsinho) começou a ter os seus problemas familiares, nomeadamente com a sua mãe, como todos sabemos. Isto porque D. Teresa de Leão, sua mãe o obrigava todos os dias a comer sopa de feijão e não o deixava apartar as ervilhas para o lado. Para além disso, Afonsinho também detestava usar as cotas de malha feitas pela sua mãe que continham sempre motivos como borboletas, cãezinhos e especialmente a de Natal que tinha um veado.
Com a entrada para a escola, a vida de Afonso não se tornou mais fácil, muito por culpa de ser alvo constante do gozo dos colegas devido à sua maneira de vestir, nomeadamente a parte do elmo com aquela parte a tapar o nariz. Aquela habitual maldade inocente das crianças, fê-lo ganhar alcunhas tais como "Mongo Metálico", "o Pencas", entre outras. Com isto, é fácil adivinhar que a infância de D. Afonso não tenha sido das mais felizes e isso ainda hoje se reflecte no país por ele criado.
É com a chegada da adolescência que a vida social de D. Afonso começa a melhorar, nomeadamente na escola, por muito contraditório que isto possa parecer. A habitual roupa de cavaleiro de Afonso, outrora gozada por todos, torna-se no ponto forte do seu charme e carisma, principalmente entre as raparigas e D. José Cláudio de Castela e Branco, pois a partir dessa altura começam a ser frequentes as aproximações por parte destas em relação a Afonso através de piropos como: "Uau! Que espada grande! Não queres tirar?", "Gostava de ver a tua agilidade com essa espada!" ou até mesmo "Deixas-me brincar com a tua espada?", mas no fim acabaria por ser D. Mafalda de Sabóia o principal alvo da arma de Afonso Henriques, apesar das insistentes investidas de D. Josefina Rapozo.
É também nesta altura que D. Afonso começa a assistir frequentemente às partidas da sua equipa de coração, o Victórya, no antigo estádio Viriato, que actualmente tem o seu nome e é utilizado para jogos de futebol. Na altura, o Victórya disputava a 1ª Divisão de Jogos de Cavaleiros e a equipa vivia o seu auge. Os cavaleiros mostravam a sua agressividade em campo, batendo todos os adversários que se punham no caminho e era treinada por D. Teotónio Alves Pacheco, que se presume ser antepassado de Jaime Pacheco. Foi baseado no sistema de jogo de D. Teotónio que Afonso viria a basear muitas das suas tácticas de combate que muitas conquistas lhe trouxe. Pouco depois, D. Afonso viria a fundar a claque dos White Cavaliers (actualmente White Angels) e por isso um dos seus cognomes ser "o Fundador". Foi nesta claque que Afonso Henriques viria a mostrar os primeiros sinais de hostilidade em relação aos marroquinos, já que era frequente vê-lo a atirar as cadeiras do estádio à equipa proveniente de Bracara, costume esse que ainda hoje continua.
As relações com a sua mãe continuavam a não ser as melhores, sendo a gota de água o dia em que ela lhe cortou a mesada por ter chegado a casa depois das 2h da manhã. Foi então aí que D. Afonso desafiou as tropas de D. Teresa para um combate de wrestling, que teve lugar no Pavilhão de S. Mamede e junto com o Undertaker, King, Hulk Hogan e Tarzan Taborda venceu o combate, ficando com a coroa. Hoje em dia a coroa foi substituída pelo cinto.
Um dos hobbies menos conhecidos a que D. Afonso Henriques se dedicava nos anos de paz, era o estilismo. Talvez por vingança às roupas que a mãe o obrigava a vestir enquanto mais novo (como já foi referido anteriormente), criou a sua própria marca de roupa que ainda hoje existe, chamada "De Puta Madre". Com uma linha centrada essencialmente nas cotas de malha, D. Afonso lançou também uma linha de colants, produto esse que viria a ganhar maior importância alguns séculos depois, com Robin Wood a sua principal figura.
Grande apreciador de música e um grande visionário, durante o seu reinado há relatos de que foi o primeiro a patrocinar concertos de José Cid, Xutos e Pontapés, que na altura estavam no ínicio da sua carreira e foi o primeiro a trazer os Rolling Stones a Portugal, no famoso concerto no Estádio Viriato. As festas sociais na sua corte eram sempre muito concorridas pelo Jet 7 de Portugal e de Leão e Castela. Entre as presenças habituais contam-se Lily Caneças e Bety Grafstein, entre outras.
Personalidade multifacetada, D. Afonso I deixou o seu nome marcado na história. Adorado pelos espanhóis, já que lhes tirou o fardo que seria este cantinho da Península Ibérica e odiado pelos mouros, o nome de Afonso Henriques estará para sempre ligado a Portugal, Guimarães e à festa do pinheiro.

Escrito por: Tiago Abreu
Ideia original por: Telmo Oliveira e Tiago Abreu

sábado, dezembro 09, 2006


Mães e piqueniques!

Certamente muitos de vocês também terão recordações das "viagens de estudo" que tinham quando andavam na primária e/ou no ciclo. Mas das coisas que mais me lembro desses dias é das famosas lancheiras que cada um levava. Cada miúdo nesse dia normalmente leva comida que chegue para quase todos os seus colegas e no entanto cada dose é supostamente individual. Se por exemplo um miúdo em casa come normalmente meia dúzia de rissóis (e a mãe sabe bem disso) e já fica bem, é quase certo que num passeio da escola ele leve no mínimo 10 rissóis...mais 5 panados, 6 croquetes, 6 bolinhos de bacalhau, 12 pães, batatas fritas e queijo e fiambre! E isto se fôr só um dia de passeio! É claro que estou a exagerar nos números...para baixo naturalmente, mas em média é isto que acontece e depois é ver a canalha quase toda a voltar com o saco quase igual. Claro que quando chegam a casa a mãe estupefacta vai perguntar "Então! Não comeste nada?!?!" e o míudo com aquele ar de queridinho, meio indignado, meio assustado (viram o Madagáscar?) responde: "Mas...mas eu comi!!!" cumprimentos

terça-feira, novembro 28, 2006


A música!
Olá a todos. Por razões de ordem (e vejam como isto soa a importante) profissional estive indisponível para escrever Grandes Questões dos nossos tempos e que assolam toda a nossa sociedade. A todos os leitores assíduos deste blog, ou seja, eu, as mais sinceras desculpas pela demorada espera. Hoje e após todo este retiro, decidi puxar a brasa à minha sardinha e falar acerca da vantagem da música em relação a outras artes e entretenimento. Por exemplo, em casos normais uma pessoa vê um filme 2 ou 3 vezes e depois esse perde grande parte do interesse, a partir daí só em momentos pontuais é que o vê-mos novamente, certo? Também normalmente lê-mos um livro 1 ou 2 vezes, se gostarmos muito talvez 3 e 4 e também só em casos excepcionais é que o lê-mos mais vezes, certo? Uma piada rimos à primeira, quando muito à segunda mas depois disso já não tem mais piada... Agora a música não, reparem nós ouvimos um cd que gostamos 1, 2, 3, 4, 5 vezes, durante dias, meses, mesmo depois de termos comprado outro ou de já termos "cansado" deste, de vez enquando lá o vamos buscando e quando são músicas que gostamos mesmo nunca deixamos de gostar ou cansamos de ouvir. Agora isto claro que se aplica nos casos de música de boa qualidade (e reparem que eu estou a falar em qualidade e não em estilo), pois quando a música fica a dever e este aspecto e se trata de "música-pastilha-elástica", apesar de podermos por vezes achar piada inicialmente, rapidamente nos cansamos dela. Apesar disto não percebo o porquê de na cadeira de história da arte que se dá nos secundários, a música não estar incluída e de o iva em relação aos cds e filmes não ser o de cultura (a minha primeira intervenção política no G.Q.), mas mesmo assim uma arte superior sem dúvida... desculpem-me os outros artistas...cumprimentos

sexta-feira, novembro 10, 2006


Sou eu!
Ao longo dos muitos anos que tenho vivido num apartamento fui aprendendo a distinguir só através do intercomunicador, que não tem câmara, diferentes pessoas que curiosamente têm o mesmo nome. Esse nome aliás deve ser o nome mais dado aqui em Portugal dado o número de pessoas que o têm. É por isso que eu acho, e todos aqueles que têm que abrir a porta através de um intercomunicador sem câmara devem concordar comigo, que essas pessoas podiam no mínimo distinguir-se com o seu sobrenome. Ajudava em muito na distinção de quem nos toca à porta, nomeadamente daquelas pessoas que só ocasionalmente aparecem em nossa casa. Não custava nada quando uma pessoa pergunta "Quem é?", nos respondessem "É o Sou-eu Fonseca" ou "Sou-eu Barbosa" ou "Sou-eu da fonte"! É que não foi uma nem duas vezes que me tocam à campainha, eu pergunto quem é, respondem-me só "Sou-eu" e eu pensando que é um Sou-eu abro e quando chegam à porta de casa deparo-me com outro Sou-eu! Espero que todos os Sou-eus não me levem a mal! Não é nada de pessoal contra o vosso nome, é só pela questão de serem mesmo muitos e muitas vezes ter dificuldade em distinguir-vos só pela voz. E depois muitas vezes parecem ficar ofendidos se nós perguntar-mos "Sou-eu quem?"! Uma pessoa não é obrigada a distinguir a voz de todos os Sou-eus através do intercomunicador, certo? Pensem nisso...cumprimentos

quinta-feira, novembro 02, 2006


O Manual de Instruções é para se ler?
Se há alguma relação capaz de fazer parecer os pares Pinto da Costa/José Veiga, João Pinto/Paulinho Santos e Bush/Bin Laden de melhores amigos, essa relação é certamente a da maioria das pessoas com o Manual de Instruções de qualquer aparelho. Grande parte das pessoas prefere não saber trabalhar com o aparelho que acabou de comprar, não saber todas as suas funções ou até mesmo estragar o dito aparelho do que ler o Manual. Então quando a situação inclui um adulto a montar um aparelho para alguma criança, aí ler o Manual é completamente proíbido. O que normalmente acaba na seguinte situação:
- Filhinho, olha o que eu te trouxe!
- Ééh! Que ri-fixe papá!
- Vamos lá montar isto então... Ora bem isto deve-se ligar aqui, depois devia-se carregar aqui e... hmmm não tá a dar!! Espera às tantas tenho que carregar aqui primeiro, depois aqui e... hmmm contínua a não dar...
- Ó pai e se carregasses...
- Tá calado que o pai é que sabe! Ora bem, liga-se aqui, carrega-se aqui e depois aqui... Que *****, vendem as ***** das coisas avariadas! Filho vai buscar a chave de fendas pra ver se componho isto!
- Mas papá e se fosses ver no manual...
- Tá calado eu é que sei.
- Tá a aí papá...
- Tenho que desmontar isto, ligar estes fios aqui, apertar melhor estes parafusos, já está! Vamos fechar...ligar a ficha...
- Papá, papá isso está a deitar fumo! E aqui no Manual diz que devias ter carregado num botão que diz ON!!!

A situação é familiar a alguém? E depois quanto ao Manual de Instruções dos automóveis! Alguém já o leu sem ser em situações de avarias? Do género, quando se compra um automóvel novo devia-se ler o Manual antes de começar a andar tal como se faz ou se deveria fazer com um telemóvel por exemplo? É que se o carro traz Manual servirá para aprender-mos também a mexer com ele...talvez, não sei! cumprimentos

sexta-feira, outubro 27, 2006


Bilhetes de Identidade
Descobri ontem que estou ilegal no nosso país quase há um mês! Sim, é verdade! Se fôr apanhado o que acontece? Sou repatriado? Para que país? É que se me mandarem para Inglaterra fico todo contente! O que estou a falar é que há cerca de um mês que o prazo do meu bilhete de identidade, vulgo BI, expirou! O que acho que quererá dizer que estou ilegal, certo? Mas agora vendo de outra prespectiva, sendo o BI o documento que certifica a nossa identidade e sendo identidade o reconhecimento de que um indivíduo é o próprio, tendo eu perdido essa identidade, quem sou eu agora? Deixei de ser o Tiago Abreu escrito no documento? Neste momento não serei ninguém? Isto só me preocupa, porque se me perguntarem quem sou, eu não saberei responder acertadamente à pergunta e mesmo que diga a identidade que está no documento que expirou não poderei comprovar, porque essa identidade expirou há um mês!Neste momento o Tiago Abreu estará em vias de ser re-processado, de forma a voltar a existir como um indivíduo com identidade própria. Outra Grande Questão em relação ao BI é acerca do seu número! Como é atribuído aquele número? Será uma contagem do tipo número de sócio dos cartões de associados dos clubes de futebol por exemplo? Se fôr assim, quem é o sócio número 1, ou seja, o português número 1? Talvez D. Afonso Henriques, diram alguns! Será? Ou será isso que se estará à procura neste novo programa "Grandes Portugueses"? E o vencedor receberá o BI número 1 e tornarse-á num género de sócio honorário! Deixo as opiniões convosco...cumprimentos

terça-feira, outubro 24, 2006


Os cantores-banda!
Muitos de vós deve estar a estranhar tamanho título e estará a questionar o que quererá dizer tal coisa. É simples, das coisas que mais me irrita quando estou a falar com outras pessoas acerca de músicos ou bandas/cantores (não quero com isto dizer que os cantores ou bandas não sejam músicos, antes pelo contrário), logo a seguir a ter uma mosca a voar e a pousar constantemente à volta da minha cabeça, é quando o nosso interlocutor se refere constantemente a um cantor no plural, como se do nome de uma banda se tratasse! Do género, quem nunca ouviu ninguém dizer "os Brian Adams" ou "os Moby", "os Eminem" etc., etc...? De uma vez por todas, quando uma pessoa se refere a um nome de uma banda, aí sim, uma pessoa diz "os Bloc Party", "os Arcade Fire", etc., mas quando se trata de projectos a solo ou nomes de cantores, que podem ter ou não uma banda de suporte como é normal, aí referimos os seus nomes no singular, como "o Brian Adams", "o Moby", "o Eminem" e "o Kanye West". Se estiver errado gostaria que alguém mais entendido que eu na língua portuguesa me corrija. É que daqui a pouco começam para aí a dizer "os Beethoven", "os Mozart", etc. O que seguindo a lógica dessas pessoas até teria mais mais razão de ser, porque muitas vezes as suas músicas são tocadas por orquestras, o que comporta muito mais gente que uma banda pop (e entenda-se aqui pop como tudo o que não seja "clássico")! Eu estou a deixar este aviso agora, que é para quando eu for um músico famoso não se referirem a mim como "os Tiago Abreu"... cumprimentos

sexta-feira, outubro 13, 2006


Com o comando na mão!
Desde que tive a infeliz ideia de iniciar o blog das Grandes Questões, que tenho escrito sobre alguns dos mais estranhos comportamentos do mais comum dos mortais. Mas onde o ser humano continua a ter o mais bizarro dos comportamentos é sem dúvida quando está sentado em frente a um televisor ou monitor, com um comando na mão a jogar consola! Quem nunca viu ninguém a balançar freneticamente os braços de um lado para o outro, a dar saltos, a berrar e a fazer mil e uma acrobacias enquanto joga consola? Agora esqueçam o que se passa no êcran que é controlado pelo jogador e tentem imaginar que entram numa sala e sentado no sofá está uma pessoa a olhar para a televisão e sem mais nem menos começa a fazer aquilo tudo! O que é que pensais logo? ... Pois bem me parecia! E agora pensem que esse tolinho sentado no sofá sois vós!... pois... é envergonhante, não é? Mas como eu sou vosso amigo eu explico: não é por virar os braços de um lado para o outro que o carro vai virar... não é por dizer "corre corre" que o jogador vai andar mais rápido...não é por saltar no sofá que a Lara Croft também vai saltar e se estão a dizer: "Então como faço isso tudo?" eu respondo-vos que não vos vou dar tudo de mão beijada e aconselho vivamente a consultarem o manual de intruções (que aliás será um bom assunto para analisar brevemente)! cumprimentos

quarta-feira, outubro 11, 2006


Coletinhos nos Acentos!
Esta Grande Questão poderá pecar por ser tardia, mas só hoje e à falta de questões mais pertinentes me decidi a escrever sobre este assunto. Assim vejamos:

Portaria n.º 311-D/2005 de 24 de Março
Considerando a necessidade de aumentar a segurança dos condutores que, em face de avaria no veículo, necessitam de proceder a operações de reparação na faixa de rodagem; Considerando que o aumento da visibilidade desses condutores, perante outros em circulação, é uma forma de aumentar essa segurança, o Código da Estrada consagra a obrigatoriedade de utilização de colete retrorreflector sempre que seja exigida a utilização de triângulo de pré-sinalização de perigo;

Meus amigos, em que parte é que diz que dêvemos azeitar (pois a palavra é mesmo esta) o nosso carro e pôr os coletes a "vestir" os acentos? Em lado nenhum! A sério, ganhem juízo...e depois eu é que sou tolinho! Já viram bem as figuras que alguns fazem com o seu colete a revestir os acentos? Eu até admito que possa haver gostos para tudo e que até possam haver pessoas que gostem de forros mais extravagantes, mas a escolha do colete não me parece a mais favorável. Ponham o colete na mala ou debaixo do acento. Está num sítio prático na mesma e tem a vantagem que não dão tanto nas vistas. Os coletes servem para ficarmos mais "luminosos" cá fora e não para iluminar o interior do carro! "Papá!Papá" Olha um pirilampo gigante a conduzir aquele carro! Uau! Ou é um extraterrestre?", "Papá!Papá! As costas dele brilham e são...cor-de-rosa!!" cumprimentos