segunda-feira, março 17, 2008


Comemorações macabras!
O ser humano é rico em comportamentos bizarros e macabros e este é apenas mais um com que constantemente vamos tendo contacto e muitas vezes aderindo a este mesmo comportamento! E falo de quando se fazem/organizam-se comemorações sobre a morte de alguém! Este ano, por exemplo "comemoramos" o centenário da morte do Rei D. Carlos e quase todos os anos aparece uma nova comemoração acerca da morte de alguém. É de mim ou não é um pouco de mau gosto? Normalmente a morte de alguém traz sofrimento e tristeza e não me parece muito correcto comemorar-se a morte dessas pessoas, do género: "Yupi!! O fulano morreu à 25 anos!! Vamos comemorar...ainda bem que ele bateu a bota, assim já tenho mais um feriado e/ou festa e é mais uma desculpa para ir para os copos!" Mas dizeis vocês: "Ah, mas isso é sobre personalidades que morreram há muito!" E eu digo, uma pessoa que morreu ainda há 100 anos não tem netos que provavelmente o conheceram e que não gostaram de o ter visto morrer, por exemplo ainda em 2005 comemorou-se o morte de Francisco Sá Carneiro, não foi assim há tanto tempo...pensem nisso e perguntem-se se querem que também comemorem a vossa morte! cumprimentos

terça-feira, janeiro 15, 2008


Números de telefone de Hollywood!
De volta às Grandes Questões sobre o grande cinema de Hollywood e desta vez pra questionar os números de telefone que normalmente aparecem nos filmes. E vocês perguntam: Oh Tiago, mas que raio têm de mal os números de telefone dos filmes?" e eu respondo: "Nada, desde que os números da Angelina Jolie e da Jessica Alba sejam uns desses!" Mas não sei se já repararam neste pormenor, mas os números de telefone dos filmes são sempre deste tipo 555-**** (os 4 asteriscos significam quatro números). Se não repararam onde eu quero chegar, eu explico. Estes números de telefone, tendo 555 como indicativo (que aparece em quase todos os filmes), só nos restam 4 números para número de telefone, ou seja, 9999 de hipóteses de número e tendo em conta o tamanho populacional de cidades como Los Angeles e Nova Yorke, onde normalmente são filmados os filmes, isto parece-me muito impossivel. Aliás esta questão já foi levantada no filme "O último grande herói" protagonizado por sua excelência o presidente do estado da California. Outro tipo de números estranhos que aparecem na sétima arte americana, são quando esses números têm palavras incluídas! Palavras em números...hmmmmmm! cumprimentos

domingo, janeiro 13, 2008


Comando à distância?!
Deparei-me nestes dias com uma nova aquisição de um amigo meu para o seu automóvel e o artigo em questão é um auto-rádio! Até aqui nada de mal, auto-rádio com leitor de cd, com entrada usb para ligar os famosos leitores mp3 e ainda...um comando à distância! Não um comando junto ao volante, mas sim à distância! Primeiro custa-me acreditar que seja muito seguro manusear esse comando em andamento, tal como não é com um telemóvel e como tal admira-m que seja permitido. Mas o que mais m intriga neste assunto é o seguinte: um comando à distância foi inventado, tal como o nome indica, para controlar aparelhos à distância que não nos obriguem a aproximarmo-nos desse dito aparelho para funcionar com ele, certo? Por exemplo uma televisão que normalmente está afastada do sofá tem um comando a distância para não nos obrigar a levantar para mudarmos de canal ou desligar, etc. Agora pensem comigo, um auto-rádio está ali mesmo à mão do condutor e mesmo do passageiro, no máximo têm que esticar o braço, para quê um comando à distância? Certamente estarão aí a pensar num cem número de situações para dar uso ao comando à distância, mas essas situações são excepções ao normal uso deste aparelho e não me contradiem!! cumprimentos

segunda-feira, dezembro 31, 2007


É ouro!!
Esta não será muito uma Grande Questão, será sim mais uma constatação. Reparei recentemente em quem é o Belmiro de Azevedo das plantas! Ou seja, se as plantas ganhassem dinheiro, esta seria sem dúvida o ser vivo mais rico à face da terra. Falo naturalmente do Aloé Vera! Não sei se viram recentemente as noticias, mas agora para além de já fazer parte de tratamentos medicinais, detergentes da roupa, shampoo e sabonetes e iogurtes, também já há roupa de cama feita a partir do Aloé Vera! Ou seja basicamente tudo o que precisamos no dia a dia. Vejam por exemplo um campista, só com Aloé Vera na mochila consegue comer, lavar-se, lavar a roupa, fazer a própria roupa, aquecer-se de noite e fazer curativos! Tudo com o Aloé Vera! Afinal o ouro do século XXI não vai ser a água, o ouro do século XXI será o Aloé Vera. Deixem os cientistas descobrirem como se fabrica combustivel através do Aloé Vera e verão os Estados Unidos a invadir os países produtores dessa planta. Empresários que procuram o negócio do futuro, virem-se para esta planta porque o futuro lhe pertence! Acreditem em mim! cumprimentos

domingo, dezembro 23, 2007


A história nunca contada de Infante D. Henrique


Infante D. Henrique, umas das personagens mais importantes e misteriosas da história deste país à beira mar plantado. Apesar de grande parte dos seus talentos e conquistas serem até agora desconhecidos, a história não o privou do mérito merecido e com o seu nome a constar um pouco por todos os livros da História de Portugal desde a primária até ao ciclo, estando mesmo lado a lado de nomes como José Mourinho, Joe Berardo e Zé Maria. Contudo nem todos os feitos a si atribuídos são da sua inteira responsabilidade e aqui iremos provar que o mérito de algumas das suas conquistas deveria ser repartido por terceiros. Iremos também falar de suspeitas, embora nunca provadas, de corrupção cujo seu nome esteve envolvido nas épocas dos descobrimentos. Mais um trabalho de pesquisa único levado a cabo pelo Grandes Questões a levantar todo o passado de uma das figuras mais importantes do nosso país.

Nasceu a 4 de Março de 1394 no Porto e é este simples facto e as ligações aqui criadas ajudam a explicar o porquê de muitas suspeitas aqui levantadas, que no seu tempo não ficaram provadas e que mais à frente iremos falar. Foi o quinto filho de D. João I e de D. Filipa de Lencastre, sendo primo direito de D. Alexandre de Lencastre, antepassado directo da hoje conhecida Alexandra Lencastre. Com uma infância normalissima, D. Henrique conheceu no liceu Valente de Loureiro, que viria a fazer uma brilhante carreira militar, politica, desportiva e empresarial, detendo ainda hoje o recorde do Guinness de número de cargos ocupados em simultâneo e Jorge Nuno Pinto e Costa, futuro presidente do clube de jogos de cavaleiros da cidade, o Cavaleiros Clube do Porto. Estes futuros nomes importantes da sua cidade natal irão se tornar nos seus melhores amigos e estarão ligados aos assuntos menos claros da sua vida.

Findo os seus estudos, D. Henrique monta o seu primeiro negócio ligado ao fabrico de chapéus. Os seus modelos mais famosos e altamente publicitados por ele são um redondo com uma espécie de xaile ou lenço a cair do chapéu e o famoso chapéu de 3 bicos, ainda hoje utilizado em alguns trajes académicos e que originou inclusivé uma canção acerca dele.

Com uma grande ambição e não contente só com esse negócio, D. Henrique funda uma fábrica ligada a outra das suas paixões, a cerveja! Ainda hoje essa marca existe e foi graças a ela que D. Henrique ganhou o cognome de Infante de Sagres.

Com os seus negócios estabilizados em Portugal e com ideias de expandir as suas marcas, D. Henrique começa a virar-se para um desporto em crescimento na altura e que originou o Campeonato da Europa dos Descobrimentos que começaram a ser oficialmente organizados pela UEDA a partir de meados da década de 40. Este desporto que começou por ser um desporto marítimo amigável entre Portugal e Espanha, depressa se alargou entrando selecções de Inglaterra, França, Holanda, entre outras. É num destes campeonatos, no EURO1434 que os jornais desportivos da época falam de um eventual caso de corrupção com o aliciamento do Adamastor que terá favorecido a selecção nacional e ter deixado passar algumas caravelas portuguesas em claro pelo Cabo Bojador. Segundo os jornais que o Grandes Questões teve acesso falava-se também de um eventual envolvimento de Valente de Loureiro e Jorge Nuno Pinto e Costa, no entanto este caso chamado de Astrolábio Dourado nunca foi provado e acabou por ser arquivado.

Apesar disso a selecção marítima portuguesa, comandadas pelo Infante continuou a ser das mais importantes selecções mundiais e praticou durante muito tempo uma boa navegação maritima. Contudo jornais internacionais falam do uso indevido por parte da selecção portuguesa de um sistema novo na altura que era o GPS e não estando ainda esclarecido se a descoberta acidental do Brasil uns anos depois teve alguma coisa a ver com estas suspeitas. Mais uma vez, estas alegações nunca foram provadas em tribunal!
Fala-se também que a ASAE terá mandado encerrar muitas das caravelas por falta de condições higiénicas, já que apareciam muitas vezes casos de doenças, nomeadamente escrobuto entre os seus passageiros, no entanto as relações políticas naturais que D. Henrique tinha conseguiram facilmente contornar este problema.

Estas conquistas marítimas porém nunca poderiam ter acontecido se não fosse uma descoberta feitas por um cientista estrangeiro, cuja a origem e nome são incertos ainda hoje e que descobriu que juntando H2O com sal criaria água salgada ainda hoje utilizada no fabrico de mar e sem o qual não poderiam ter existidos as conquistas marítimas protagonizadas pelo Infante.

Foi dirigente da Ordem de Cristo, sucessora da Ordem dos Templários e ao contrário do que conta o Código DaVinci, o Sant Graal foi transportado por uma das caravelas de D. Henrique e por ele escondido, sendo encontrado posteriormente pelo Indiana Jones tal como nos conta o filme.

Morreu a 13 de Novembro de 1460 e apesar de todas as suspeitas que recaem sobre ele, o seu mérito é indiscutivel e a sua capacidade para deitar fronteiras abaixo só é comparavel hoje em dia com a de José Sócrates.

sábado, dezembro 22, 2007


Como escolher um telemóvel?
Como sabem, estamos na época de Natal, ou seja, época de amor, fraternidade, alegria, gulice e claro, tal como nos 365 dias do ano, de estupidez humana! Não estou a insultar ninguém porque eu próprio às vezes tenho desses ataques e acreditem que não são assim tão poucos. Mas também se assim não fosse, o mundo não teria tanta piada. Como nesta época é a época louca do consumismo, achei sensato falar agora desta questão e falo da maneira de como já vi algumas pessoas experimentarem um telemóvel! Assim de repente, não me lembro de ter visto alguém numa loja a fazer isso, mas já por várias vezes vi pessoas a experimentarem telemóveis de terceiros não vendo o menu e as suas funções, não vendo o seu aspecto estético, não vendo o seu manuseamento, mas sim levando-o ao ouvido como fossem falar ao telemóvel!! A questão é que ainda não percebi se será para verificar se lhes dá alguma espécie de estilo estar com aquele telemóvel no ouvido, ou se será para ver aquele telemóvel é especialmente confortável ao ouvido! É assim, na questão do estilo será única exclusivamente pelo aspecto visual do telemóvel, certo? Mas isso vê-se olhando para ele e não no ouvido, nomeadamente porque normalmente essas pessoas não têm um espelho para verem. Quanto a ficar confortavel, eu já tive vários telemóveis e nenhum era especialmente mais confortavel que o outro, simplesmente fica encostado ao ouvido...não sei! Dêem as vossas opiniões acerca deste caso intrigante! cumprimentos

quinta-feira, dezembro 13, 2007


Cabeça e Ombros

De volta!!! Após uma longa paragem a questionar o que realmente é importante, decidi, para infortúnio de muitos voltar com uma Grande Questão!! Se será um verdadeiro regresso isso não posso prometer! Nem pra me questionar tenho tempo! Outras novidades do blog é que ele vai estar em votação nos prémios SuperBlog Awards da Super Bock. É bom que votem ou nem sabem o que vos acontece...ou seja nada! Bem para regresso decidi colocar uma questão bem pertinente, que já há muitos anos toda a comunidade que normalmente lava a cabeça tem tentado colocar, mas que forças exteriores não o permite fazer. Eu corajoso como sempre fui e sem censura que me consiga calar, venho aqui a lançar a discussão: há uma marca de shampoos e repito shampoos cujo o nome em português é Cabeça e Ombros! Conhecem? A parte da Cabeça ainda percebo... é um shampoo e se não me engano esse produto para além de ser um óptimo tempero em certos pratos e servir para envenenar baratas mutantes extraterrestres, é essencialmente usado para lavar a cabeça. Agora os Ombros? Essa parte do corpo já não está sob domínio do Gel de Banho? É que assim sendo coloca graves problemas de limitação das fronteiras, ou seja, até onde é que se lava com shampoo e até onde se lava com Gel de Banho. Apesar que nos casos de cabelos compridos o shampoo sirva indirectamente para lavar os ombros, mas não creio que lhe dê direitos de controlo sobre essa área. Fica aqui esta questão politica. cumprimentos

sábado, fevereiro 24, 2007


A Marcha

Mais uma vez venho pedir desculpa por continuar a não escrever tão frequentemente quanto o desejado, mas nos últimos tempos fiquei comprometido com problemas informáticos. Agora com pc novo e que me permite ter (e reparem no trocadilho) uma nova VISTA sobre os assuntos, vou tentar recuperar o tempo perdido e correr atrás do prejuízo. E por falar em correr, alguém sabe como é que surgiu a modalidade da Marcha no atletismo? Por acaso nunca conheci nenhum atleta dessa modalidade, mas todos a gente que eu conheço acha isso muito (no mínimo) estúpido. Quem é que foi se lembrar de inventar aquela forma de correr? É que, é de mim ou parecem que estão todos apertados para ir à casa de banho? É a única explicação para a criação daquela modalidade que eu consigo me lembrar e como devem saber, a grande maioria das modalidades de atletismo vêm de antigos hábitos ou necessidades correntes, como por exemplo a caça. Agora quanto à marcha, teoricamente deve ter surgido relacionado com a marcha militar ou do género, mas a única explicação que me parece mais plausivel é que ela surgiu quando um grupo de amigos estavam por coincidência todos apertados para ir à casinha e então um lá se lembrou e desafiou os outros para ver quem chegava lá primeiro...e nasceu a Marcha! Terá sido assim?cumprimentos

quinta-feira, fevereiro 01, 2007


'Tá tudo?
Mais uma vez venho pedir desculpa pela falta de questões ultimamente. Altura de exames e isso não perdoa. Por isso, devido a estes constantes atrasos e à consequente perda de ritmo a questionar o que realmente interessa, decidi tentar escrever uma nova Grande Questão todas as quintas-feiras. Porquê a quinta-feira? Porque um estudo feito na universidade de North Carolina nos Estados Unidos provou que o dia em que as pessoas se questionam mais é às quintas-feiras, ou como eles lhes chamam thursdays. E vocês perguntam: "Estás a falar a sério?" E eu respondo: "Claro que não, simplesmente apetece-me que seja às quintas!" O que hoje vos trago é mais um dos comportamentos bizarros do ser humano. A quem nunca aconteceu cumprimentar uma pessoa e perguntar: "Então, tudo bem?" e essa pessoa responder: "'Tá tudo?" Ou seja, com outra pergunta, sem sequer responder à primeira. Isso ainda se torna mais frequente quando se trata de pessoas com pouca confiança. Agora não me venham dizer que convosco nunca aconteceu...olhem que vos apanho! A solução é simples meus amigos, se não forem vocês a fazer primeiro a pergunta, respondam simplesmente: "Sim, está tudo bem" ou "Eh, mais ou menos!" ou então "Assim, assim...'tá fraquinho!", dependendo do estado de espírito. Se não tiverem curiosidade em saber como se encontra a pessoa que acabaram de cumprimentar, sigam simplesmente o caminho que estavam a fazer. Agora fazerem os dois a mesma pergunta e nenhum dos dois levar resposta, desculpem-me que vos diga mas não é muito produtivo. Mas é só a minha opinião...cumprimentos

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Mensagem do autor
Faz no próximo dia 28 de Janeiro um ano que, para muitos infelizmente, foi lançada a 1ª Grande Questão intitulada "Os Nomes dos Rios", na altura no meu msn space e depois passada para este blog aquando da sua criação. Eu podia dar a ideia de se fazer um jantar entre todos os leitores para comemorar, mas depois cheguei à conclusão que fazer um jantar sozinho seria um pouco degradante. Mas queria então agradecer a todos os que visitaram, leram e comentaram as Grandes Questões durante este primeiro ano e espero que o continuem a fazer e a dar ideias. Uma palavra especial para o meu amigo Albano Ribeiro que criou o logo das Grandes Questões e que é a imagem de marca do blog. Um muito obrigado a todos. cumprimentos

domingo, janeiro 14, 2007


Década de...?
Uma pequena perguntinha inocente, que não sei a resposta e que até agora ninguém me soube responder também, apesar de eu acreditar que até possa ser fácil. O que eu quero saber é: como se chama esta década que agora estamos? Ou seja, normalmente quando queremos referir-nos a uma certa década dizemos: na década de 90, década de 80 ou então os anos 90, os anos 80, por aí fora... Mas em relação a esta década como dizemos? O que me parece mais provavel é "a primeira década do século x", mas não há maneira de dizer os anos x ou a década de x...Pois lá está, não faço a mínima. Eu gostava de expandir um pouco mais e de divagar, mas ou sou eu que não estou inspirado ou então não é um assunto que dê muito para divagar. E não sei se estão a reparar, enquanto estou a escrever estas frases estou a encher chouriços e fazer com que o texto pareça maior e ao mesmo tempo ir ocupando o vosso tempo sem estar a dizer verdadeiramente nada, mas de qualquer forma, se alguém souber que deixe o seu comentário. cumprimentos

sábado, janeiro 06, 2007


Os computadores perfeitos!

Antes de mais, quero desejar a todos mais um Grande Ano e claro que continuem a questionar muito, pois sem questões para resolver o mundo pára! Depois de um interrégono, com um texto que não era uma Grande Questão, mas que achei que merecia ser publicado neste blog, começo o ano de volta ao grande cinema americano e desta vez para falar de informática. Por exemplo. já repararam que enquanto que a maioria das pessoas normalmente têm que esperar (por vezes uma eternidade) para que o computador inicie, nos filmes o iniciar é automático e fica ligado logo que se carrega no ON. Para não falar daquelas situações em que as personagens carregam no botão do monitor como se estivesse a ligar o PC e ele claro que liga ou então metem uma disquete ou cd e o computador mais uma vez liga-se por artes mágicas. O mesmo acontece muitas vezes com os videos, quando os actores metem uma cassete no vídeo e a televisão também liga automaticamente. Outro pormenor estranho na informática cinematográfica, são os sistemas operativos! Toda a gente sabe que o sistema mais utilizado é o Windows e depois temos ainda o Mackintosh e o Linux, mas nos filmes nunca aparece nenhum desses! Em vez disso aparece um écran preto com algumas letra, à semelhança do antigo MS-DOS, onde o actor escreve o que quer procurar ou o que precisa e já está ou então quando tem um sistema gráfico, esse nunca é semelhante a nenhum dos que enunciei atrás e basicamente tem as funções que a personagem vai precisar. Pode ser por questões de publicidade, não sei, mas certamente era uma coisa fácil de corrigir e que aumentava um pouco mais o realismo, não sei...cumprimentos

segunda-feira, dezembro 11, 2006


A História nunca contada de D. Afonso Henriques
Nascido a 25 de Julho do ano de 1109, D. Afonso I, mais conhecido por D. Afonso Henriques (esparrinhador para os amigos), ficou para a história como um dos homens mais importantes deste país à beira mar plantado. A sua obra mais conhecida, ou seja, a fundação de Portugal, ainda hoje é criticada por muitos e aclamada por outros, mas apesar disso, D. Afonso viria a tornar-se num homem importante em várias facetas até hoje desconhecidas e que aqui iremos divulgar. Um trabalho de pesquisa único em Portugal e que mostra o homem por detrás da lenda.
Desde pequeno, que D. Afonso (na altura Afonsinho) começou a ter os seus problemas familiares, nomeadamente com a sua mãe, como todos sabemos. Isto porque D. Teresa de Leão, sua mãe o obrigava todos os dias a comer sopa de feijão e não o deixava apartar as ervilhas para o lado. Para além disso, Afonsinho também detestava usar as cotas de malha feitas pela sua mãe que continham sempre motivos como borboletas, cãezinhos e especialmente a de Natal que tinha um veado.
Com a entrada para a escola, a vida de Afonso não se tornou mais fácil, muito por culpa de ser alvo constante do gozo dos colegas devido à sua maneira de vestir, nomeadamente a parte do elmo com aquela parte a tapar o nariz. Aquela habitual maldade inocente das crianças, fê-lo ganhar alcunhas tais como "Mongo Metálico", "o Pencas", entre outras. Com isto, é fácil adivinhar que a infância de D. Afonso não tenha sido das mais felizes e isso ainda hoje se reflecte no país por ele criado.
É com a chegada da adolescência que a vida social de D. Afonso começa a melhorar, nomeadamente na escola, por muito contraditório que isto possa parecer. A habitual roupa de cavaleiro de Afonso, outrora gozada por todos, torna-se no ponto forte do seu charme e carisma, principalmente entre as raparigas e D. José Cláudio de Castela e Branco, pois a partir dessa altura começam a ser frequentes as aproximações por parte destas em relação a Afonso através de piropos como: "Uau! Que espada grande! Não queres tirar?", "Gostava de ver a tua agilidade com essa espada!" ou até mesmo "Deixas-me brincar com a tua espada?", mas no fim acabaria por ser D. Mafalda de Sabóia o principal alvo da arma de Afonso Henriques, apesar das insistentes investidas de D. Josefina Rapozo.
É também nesta altura que D. Afonso começa a assistir frequentemente às partidas da sua equipa de coração, o Victórya, no antigo estádio Viriato, que actualmente tem o seu nome e é utilizado para jogos de futebol. Na altura, o Victórya disputava a 1ª Divisão de Jogos de Cavaleiros e a equipa vivia o seu auge. Os cavaleiros mostravam a sua agressividade em campo, batendo todos os adversários que se punham no caminho e era treinada por D. Teotónio Alves Pacheco, que se presume ser antepassado de Jaime Pacheco. Foi baseado no sistema de jogo de D. Teotónio que Afonso viria a basear muitas das suas tácticas de combate que muitas conquistas lhe trouxe. Pouco depois, D. Afonso viria a fundar a claque dos White Cavaliers (actualmente White Angels) e por isso um dos seus cognomes ser "o Fundador". Foi nesta claque que Afonso Henriques viria a mostrar os primeiros sinais de hostilidade em relação aos marroquinos, já que era frequente vê-lo a atirar as cadeiras do estádio à equipa proveniente de Bracara, costume esse que ainda hoje continua.
As relações com a sua mãe continuavam a não ser as melhores, sendo a gota de água o dia em que ela lhe cortou a mesada por ter chegado a casa depois das 2h da manhã. Foi então aí que D. Afonso desafiou as tropas de D. Teresa para um combate de wrestling, que teve lugar no Pavilhão de S. Mamede e junto com o Undertaker, King, Hulk Hogan e Tarzan Taborda venceu o combate, ficando com a coroa. Hoje em dia a coroa foi substituída pelo cinto.
Um dos hobbies menos conhecidos a que D. Afonso Henriques se dedicava nos anos de paz, era o estilismo. Talvez por vingança às roupas que a mãe o obrigava a vestir enquanto mais novo (como já foi referido anteriormente), criou a sua própria marca de roupa que ainda hoje existe, chamada "De Puta Madre". Com uma linha centrada essencialmente nas cotas de malha, D. Afonso lançou também uma linha de colants, produto esse que viria a ganhar maior importância alguns séculos depois, com Robin Wood a sua principal figura.
Grande apreciador de música e um grande visionário, durante o seu reinado há relatos de que foi o primeiro a patrocinar concertos de José Cid, Xutos e Pontapés, que na altura estavam no ínicio da sua carreira e foi o primeiro a trazer os Rolling Stones a Portugal, no famoso concerto no Estádio Viriato. As festas sociais na sua corte eram sempre muito concorridas pelo Jet 7 de Portugal e de Leão e Castela. Entre as presenças habituais contam-se Lily Caneças e Bety Grafstein, entre outras.
Personalidade multifacetada, D. Afonso I deixou o seu nome marcado na história. Adorado pelos espanhóis, já que lhes tirou o fardo que seria este cantinho da Península Ibérica e odiado pelos mouros, o nome de Afonso Henriques estará para sempre ligado a Portugal, Guimarães e à festa do pinheiro.

Escrito por: Tiago Abreu
Ideia original por: Telmo Oliveira e Tiago Abreu

sábado, dezembro 09, 2006


Mães e piqueniques!

Certamente muitos de vocês também terão recordações das "viagens de estudo" que tinham quando andavam na primária e/ou no ciclo. Mas das coisas que mais me lembro desses dias é das famosas lancheiras que cada um levava. Cada miúdo nesse dia normalmente leva comida que chegue para quase todos os seus colegas e no entanto cada dose é supostamente individual. Se por exemplo um miúdo em casa come normalmente meia dúzia de rissóis (e a mãe sabe bem disso) e já fica bem, é quase certo que num passeio da escola ele leve no mínimo 10 rissóis...mais 5 panados, 6 croquetes, 6 bolinhos de bacalhau, 12 pães, batatas fritas e queijo e fiambre! E isto se fôr só um dia de passeio! É claro que estou a exagerar nos números...para baixo naturalmente, mas em média é isto que acontece e depois é ver a canalha quase toda a voltar com o saco quase igual. Claro que quando chegam a casa a mãe estupefacta vai perguntar "Então! Não comeste nada?!?!" e o míudo com aquele ar de queridinho, meio indignado, meio assustado (viram o Madagáscar?) responde: "Mas...mas eu comi!!!" cumprimentos

terça-feira, novembro 28, 2006


A música!
Olá a todos. Por razões de ordem (e vejam como isto soa a importante) profissional estive indisponível para escrever Grandes Questões dos nossos tempos e que assolam toda a nossa sociedade. A todos os leitores assíduos deste blog, ou seja, eu, as mais sinceras desculpas pela demorada espera. Hoje e após todo este retiro, decidi puxar a brasa à minha sardinha e falar acerca da vantagem da música em relação a outras artes e entretenimento. Por exemplo, em casos normais uma pessoa vê um filme 2 ou 3 vezes e depois esse perde grande parte do interesse, a partir daí só em momentos pontuais é que o vê-mos novamente, certo? Também normalmente lê-mos um livro 1 ou 2 vezes, se gostarmos muito talvez 3 e 4 e também só em casos excepcionais é que o lê-mos mais vezes, certo? Uma piada rimos à primeira, quando muito à segunda mas depois disso já não tem mais piada... Agora a música não, reparem nós ouvimos um cd que gostamos 1, 2, 3, 4, 5 vezes, durante dias, meses, mesmo depois de termos comprado outro ou de já termos "cansado" deste, de vez enquando lá o vamos buscando e quando são músicas que gostamos mesmo nunca deixamos de gostar ou cansamos de ouvir. Agora isto claro que se aplica nos casos de música de boa qualidade (e reparem que eu estou a falar em qualidade e não em estilo), pois quando a música fica a dever e este aspecto e se trata de "música-pastilha-elástica", apesar de podermos por vezes achar piada inicialmente, rapidamente nos cansamos dela. Apesar disto não percebo o porquê de na cadeira de história da arte que se dá nos secundários, a música não estar incluída e de o iva em relação aos cds e filmes não ser o de cultura (a minha primeira intervenção política no G.Q.), mas mesmo assim uma arte superior sem dúvida... desculpem-me os outros artistas...cumprimentos

sexta-feira, novembro 10, 2006


Sou eu!
Ao longo dos muitos anos que tenho vivido num apartamento fui aprendendo a distinguir só através do intercomunicador, que não tem câmara, diferentes pessoas que curiosamente têm o mesmo nome. Esse nome aliás deve ser o nome mais dado aqui em Portugal dado o número de pessoas que o têm. É por isso que eu acho, e todos aqueles que têm que abrir a porta através de um intercomunicador sem câmara devem concordar comigo, que essas pessoas podiam no mínimo distinguir-se com o seu sobrenome. Ajudava em muito na distinção de quem nos toca à porta, nomeadamente daquelas pessoas que só ocasionalmente aparecem em nossa casa. Não custava nada quando uma pessoa pergunta "Quem é?", nos respondessem "É o Sou-eu Fonseca" ou "Sou-eu Barbosa" ou "Sou-eu da fonte"! É que não foi uma nem duas vezes que me tocam à campainha, eu pergunto quem é, respondem-me só "Sou-eu" e eu pensando que é um Sou-eu abro e quando chegam à porta de casa deparo-me com outro Sou-eu! Espero que todos os Sou-eus não me levem a mal! Não é nada de pessoal contra o vosso nome, é só pela questão de serem mesmo muitos e muitas vezes ter dificuldade em distinguir-vos só pela voz. E depois muitas vezes parecem ficar ofendidos se nós perguntar-mos "Sou-eu quem?"! Uma pessoa não é obrigada a distinguir a voz de todos os Sou-eus através do intercomunicador, certo? Pensem nisso...cumprimentos

quinta-feira, novembro 02, 2006


O Manual de Instruções é para se ler?
Se há alguma relação capaz de fazer parecer os pares Pinto da Costa/José Veiga, João Pinto/Paulinho Santos e Bush/Bin Laden de melhores amigos, essa relação é certamente a da maioria das pessoas com o Manual de Instruções de qualquer aparelho. Grande parte das pessoas prefere não saber trabalhar com o aparelho que acabou de comprar, não saber todas as suas funções ou até mesmo estragar o dito aparelho do que ler o Manual. Então quando a situação inclui um adulto a montar um aparelho para alguma criança, aí ler o Manual é completamente proíbido. O que normalmente acaba na seguinte situação:
- Filhinho, olha o que eu te trouxe!
- Ééh! Que ri-fixe papá!
- Vamos lá montar isto então... Ora bem isto deve-se ligar aqui, depois devia-se carregar aqui e... hmmm não tá a dar!! Espera às tantas tenho que carregar aqui primeiro, depois aqui e... hmmm contínua a não dar...
- Ó pai e se carregasses...
- Tá calado que o pai é que sabe! Ora bem, liga-se aqui, carrega-se aqui e depois aqui... Que *****, vendem as ***** das coisas avariadas! Filho vai buscar a chave de fendas pra ver se componho isto!
- Mas papá e se fosses ver no manual...
- Tá calado eu é que sei.
- Tá a aí papá...
- Tenho que desmontar isto, ligar estes fios aqui, apertar melhor estes parafusos, já está! Vamos fechar...ligar a ficha...
- Papá, papá isso está a deitar fumo! E aqui no Manual diz que devias ter carregado num botão que diz ON!!!

A situação é familiar a alguém? E depois quanto ao Manual de Instruções dos automóveis! Alguém já o leu sem ser em situações de avarias? Do género, quando se compra um automóvel novo devia-se ler o Manual antes de começar a andar tal como se faz ou se deveria fazer com um telemóvel por exemplo? É que se o carro traz Manual servirá para aprender-mos também a mexer com ele...talvez, não sei! cumprimentos

sexta-feira, outubro 27, 2006


Bilhetes de Identidade
Descobri ontem que estou ilegal no nosso país quase há um mês! Sim, é verdade! Se fôr apanhado o que acontece? Sou repatriado? Para que país? É que se me mandarem para Inglaterra fico todo contente! O que estou a falar é que há cerca de um mês que o prazo do meu bilhete de identidade, vulgo BI, expirou! O que acho que quererá dizer que estou ilegal, certo? Mas agora vendo de outra prespectiva, sendo o BI o documento que certifica a nossa identidade e sendo identidade o reconhecimento de que um indivíduo é o próprio, tendo eu perdido essa identidade, quem sou eu agora? Deixei de ser o Tiago Abreu escrito no documento? Neste momento não serei ninguém? Isto só me preocupa, porque se me perguntarem quem sou, eu não saberei responder acertadamente à pergunta e mesmo que diga a identidade que está no documento que expirou não poderei comprovar, porque essa identidade expirou há um mês!Neste momento o Tiago Abreu estará em vias de ser re-processado, de forma a voltar a existir como um indivíduo com identidade própria. Outra Grande Questão em relação ao BI é acerca do seu número! Como é atribuído aquele número? Será uma contagem do tipo número de sócio dos cartões de associados dos clubes de futebol por exemplo? Se fôr assim, quem é o sócio número 1, ou seja, o português número 1? Talvez D. Afonso Henriques, diram alguns! Será? Ou será isso que se estará à procura neste novo programa "Grandes Portugueses"? E o vencedor receberá o BI número 1 e tornarse-á num género de sócio honorário! Deixo as opiniões convosco...cumprimentos

terça-feira, outubro 24, 2006


Os cantores-banda!
Muitos de vós deve estar a estranhar tamanho título e estará a questionar o que quererá dizer tal coisa. É simples, das coisas que mais me irrita quando estou a falar com outras pessoas acerca de músicos ou bandas/cantores (não quero com isto dizer que os cantores ou bandas não sejam músicos, antes pelo contrário), logo a seguir a ter uma mosca a voar e a pousar constantemente à volta da minha cabeça, é quando o nosso interlocutor se refere constantemente a um cantor no plural, como se do nome de uma banda se tratasse! Do género, quem nunca ouviu ninguém dizer "os Brian Adams" ou "os Moby", "os Eminem" etc., etc...? De uma vez por todas, quando uma pessoa se refere a um nome de uma banda, aí sim, uma pessoa diz "os Bloc Party", "os Arcade Fire", etc., mas quando se trata de projectos a solo ou nomes de cantores, que podem ter ou não uma banda de suporte como é normal, aí referimos os seus nomes no singular, como "o Brian Adams", "o Moby", "o Eminem" e "o Kanye West". Se estiver errado gostaria que alguém mais entendido que eu na língua portuguesa me corrija. É que daqui a pouco começam para aí a dizer "os Beethoven", "os Mozart", etc. O que seguindo a lógica dessas pessoas até teria mais mais razão de ser, porque muitas vezes as suas músicas são tocadas por orquestras, o que comporta muito mais gente que uma banda pop (e entenda-se aqui pop como tudo o que não seja "clássico")! Eu estou a deixar este aviso agora, que é para quando eu for um músico famoso não se referirem a mim como "os Tiago Abreu"... cumprimentos

sexta-feira, outubro 13, 2006


Com o comando na mão!
Desde que tive a infeliz ideia de iniciar o blog das Grandes Questões, que tenho escrito sobre alguns dos mais estranhos comportamentos do mais comum dos mortais. Mas onde o ser humano continua a ter o mais bizarro dos comportamentos é sem dúvida quando está sentado em frente a um televisor ou monitor, com um comando na mão a jogar consola! Quem nunca viu ninguém a balançar freneticamente os braços de um lado para o outro, a dar saltos, a berrar e a fazer mil e uma acrobacias enquanto joga consola? Agora esqueçam o que se passa no êcran que é controlado pelo jogador e tentem imaginar que entram numa sala e sentado no sofá está uma pessoa a olhar para a televisão e sem mais nem menos começa a fazer aquilo tudo! O que é que pensais logo? ... Pois bem me parecia! E agora pensem que esse tolinho sentado no sofá sois vós!... pois... é envergonhante, não é? Mas como eu sou vosso amigo eu explico: não é por virar os braços de um lado para o outro que o carro vai virar... não é por dizer "corre corre" que o jogador vai andar mais rápido...não é por saltar no sofá que a Lara Croft também vai saltar e se estão a dizer: "Então como faço isso tudo?" eu respondo-vos que não vos vou dar tudo de mão beijada e aconselho vivamente a consultarem o manual de intruções (que aliás será um bom assunto para analisar brevemente)! cumprimentos